Sentimentos fúnebres,discução de idéias,anarquia,revolução,liberdade de pensamento e poesia!
domingo, 14 de fevereiro de 2016
domingo, 22 de novembro de 2015
Stand By Me
"Fique ao meu lado"
Fiz uma refeição e vomitei tudo no domingo
Eu tenho muitas coisas para aprender
Disse que eu ia e irei embora um dia
Antes que meu coração comece a queimar
Então, qual é o problema com você?
Cante para mim algo novo...Você não sabe
O frio, o vento e a chuva não sabem?
Parece que eles só vêm e vão embora
Tempos são difíceis quando coisas não têm significado algum
Nas coisas que encontramos atrás da porta
Estou cansado de falar ao telefone
Mas existe uma coisa que jamais poderei dar a você
Meu coração nunca será sua casa
"Fique ao meu lado"
Fiz uma refeição e vomitei tudo no domingo
Eu tenho muitas coisas para aprender
Disse que eu ia e irei embora um dia
Antes que meu coração comece a queimar
Então, qual é o problema com você?
Cante para mim algo novo...Você não sabe
O frio, o vento e a chuva não sabem?
Parece que eles só vêm e vão embora
Tempos são difíceis quando coisas não têm significado algum
Eu encontrei uma chave no chão
Talvez você e eu não acreditaremosNas coisas que encontramos atrás da porta
Fique ao meu lado - ninguém sabe como será
Fique ao meu lado - ninguém sabe como será
Fique ao meu lado - ninguém sabe como será
Se estiver indo embora, me levará com você?Estou cansado de falar ao telefone
Mas existe uma coisa que jamais poderei dar a você
Meu coração nunca será sua casa
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Depois que eu vejo seus olhos o resto não importa,entro num transe
aonde tudo é possivel e nada me incomoda,as árvores densas e negras se
tornam amigas e o frio cortante se faz suportável,tudo é sonho.
Quando você me tolhe com suas realidades e medos absurdos as árvores mostram as trevas e o frio me leva pro inferno,minhas narinas se contraem e sinto seu cheiro,meus olhos não estão mais embaçados e eu te enxergo só ai eu posso ter capacidade pra ver que você não tem nada de bom!Meu coração vira gelo.
Quando você me tolhe com suas realidades e medos absurdos as árvores mostram as trevas e o frio me leva pro inferno,minhas narinas se contraem e sinto seu cheiro,meus olhos não estão mais embaçados e eu te enxergo só ai eu posso ter capacidade pra ver que você não tem nada de bom!Meu coração vira gelo.
domingo, 1 de novembro de 2015
A lua fria e pálida
Chorando até o fim...
Anoiteceu
Anoitece.
Depois os ventos mornos
E o bólide aceso
Brilhou nos meus olhos amanheceu...
Amanhecer.
E a vespertina longe
Em nuvens cor-de-rosa
Caia devagar
Entardeceu...
Entardecer.
Depois da tarde,nada
Após a noite,nada
Nem estrelas
Nem Vésper
Nem madrugada
Nem madrugar....
A Rainha de Espadas
A Majestade dos Tronos do Ar. Sendo Rainha, é da Água. Por empunhar a espada, do Ar. Água do Ar.
Naturalmente aspectada pelo feminino, desempenha uma função do
masculino. Mas não há perfeita interação entre estes elementos mesmo
tendo em conta a atração das polaridades opostas.
A Água fala de sensibilidade, emotividade e expressão dos sentimentos ao passo que o Ar transporta a racionalidade e a lógica. A Água é substancial enquanto o Ar é abstrato. Sua compatibilidade encontra-se na Umidade. A Água pode tornar o Ar visível: nuvem, bruma, nevoeiro. Em harmonia na umidade, criam o símbolo máximo do sonho e do devaneio. É a soma da memória (Água) e da imaginação (Ar). Contudo, por criarem juntos a matéria dos sonhos, não podem permanecer.
Se o Ar estiver feliz, pode gaseificar a Água. Fazer espuma. Mas não raro se ressente ao ver-se privado de transparência. Distancia-se da matéria aquosa que tudo amálgama. Precisa respirar e mata a Água por expulsão. Não suporta a lamúria da sereia.
E a Água, mesmo que essencialmente rebelde à modelagem, não se contém diante da evasão aérea – fuga, dissipação, inconstância, vacuidade. Mata o Ar por dilúvio.A Água é fértil, o Ar é estéril. A Água quer unir-se, o Ar quer ser livre. É uma combinação difícil a que preside a Rainha de Espadas.
Tem o apelo aquático na sua essencialidade feminina, mas está orientada pelo Ar. Por isso é de uma dramaticidade gelada. Esconde suas emoções ou as transforma em facas afiadas. É ríspida, fria, uma crítica severa. Sua mobilidade é a do vento, onde opera.
Nos manuais cartomânticos é a Viúva, a dominadora. Soma sabedoria e pesar. Talvez invejosa. E por falar em “talvez”, advérbios de dúvida não fazem parte do seu repertório. Um belo exemplo é o texto da ensaísta americana Camille Paglia. Seco, claro, sempre afirmativo. A Rainha de Espadas sofre sozinha, e quando aparece é como dona da verdade. Lisa. Mordaz. Jamais irá expor seus sentimentos em público sem antes passarem pelo crivo nervoso mesmo que os fluxos aquáticos estejam lá, submersos sob a capa dura. E ela os evitará sempre.A Rainha de Espadas liquida. Aproxima-se de Atena. De Iansã pela sua assertividade, se esta não fosse tão quente. Usa um adorno vermelho no braço, um presente do fogo, como ilustra o Tarot Waite. Proteção. Pode então agir no escuro. É hábil. A tática é a estratégia. Razão que esclarece o caos. Nunca subestime sua perspicácia. Ela sempre tem uma carta na manga.
Ganhou o inverno porque conhece os enganos da primavera. Do céu o verão, da folha o outono. Sabe e executa. Articula. Doma pela palavra. Cada letra é um arreio. Sua língua é um punhal. Tem uma dor cravada no peito. Uma armadura para arrancar do centro. Uma Medusa na égide. Austera.A Rainha de Espadas liquida. Aproxima-se de Atena. De Iansã pela sua assertividade, se esta não fosse tão quente. Usa um adorno vermelho no braço, um presente do fogo, como ilustra o Tarot Waite. Proteção. Pode então agir no escuro. É hábil. A tática é a estratégia. Razão que esclarece o caos. Nunca subestime sua perspicácia. Ela sempre tem uma carta na manga.
A Água fala de sensibilidade, emotividade e expressão dos sentimentos ao passo que o Ar transporta a racionalidade e a lógica. A Água é substancial enquanto o Ar é abstrato. Sua compatibilidade encontra-se na Umidade. A Água pode tornar o Ar visível: nuvem, bruma, nevoeiro. Em harmonia na umidade, criam o símbolo máximo do sonho e do devaneio. É a soma da memória (Água) e da imaginação (Ar). Contudo, por criarem juntos a matéria dos sonhos, não podem permanecer.
Se o Ar estiver feliz, pode gaseificar a Água. Fazer espuma. Mas não raro se ressente ao ver-se privado de transparência. Distancia-se da matéria aquosa que tudo amálgama. Precisa respirar e mata a Água por expulsão. Não suporta a lamúria da sereia.
E a Água, mesmo que essencialmente rebelde à modelagem, não se contém diante da evasão aérea – fuga, dissipação, inconstância, vacuidade. Mata o Ar por dilúvio.A Água é fértil, o Ar é estéril. A Água quer unir-se, o Ar quer ser livre. É uma combinação difícil a que preside a Rainha de Espadas.
Tem o apelo aquático na sua essencialidade feminina, mas está orientada pelo Ar. Por isso é de uma dramaticidade gelada. Esconde suas emoções ou as transforma em facas afiadas. É ríspida, fria, uma crítica severa. Sua mobilidade é a do vento, onde opera.
Nos manuais cartomânticos é a Viúva, a dominadora. Soma sabedoria e pesar. Talvez invejosa. E por falar em “talvez”, advérbios de dúvida não fazem parte do seu repertório. Um belo exemplo é o texto da ensaísta americana Camille Paglia. Seco, claro, sempre afirmativo. A Rainha de Espadas sofre sozinha, e quando aparece é como dona da verdade. Lisa. Mordaz. Jamais irá expor seus sentimentos em público sem antes passarem pelo crivo nervoso mesmo que os fluxos aquáticos estejam lá, submersos sob a capa dura. E ela os evitará sempre.A Rainha de Espadas liquida. Aproxima-se de Atena. De Iansã pela sua assertividade, se esta não fosse tão quente. Usa um adorno vermelho no braço, um presente do fogo, como ilustra o Tarot Waite. Proteção. Pode então agir no escuro. É hábil. A tática é a estratégia. Razão que esclarece o caos. Nunca subestime sua perspicácia. Ela sempre tem uma carta na manga.
Ganhou o inverno porque conhece os enganos da primavera. Do céu o verão, da folha o outono. Sabe e executa. Articula. Doma pela palavra. Cada letra é um arreio. Sua língua é um punhal. Tem uma dor cravada no peito. Uma armadura para arrancar do centro. Uma Medusa na égide. Austera.A Rainha de Espadas liquida. Aproxima-se de Atena. De Iansã pela sua assertividade, se esta não fosse tão quente. Usa um adorno vermelho no braço, um presente do fogo, como ilustra o Tarot Waite. Proteção. Pode então agir no escuro. É hábil. A tática é a estratégia. Razão que esclarece o caos. Nunca subestime sua perspicácia. Ela sempre tem uma carta na manga.
O próprio Deus judaico Cristão parece ter sido um grande pecador,se formos interpretar literalmente os textos biblicos!
O pecado da ira de Deus sempre foi muito temido pelos que pecam pela tentação do Diabo!Muitos se converteram após perceberem que pecaram muito e também por ter um medo absurdo de ir para o inferno e ficar sob o julgo do Diabo!
Segundo consta na biblia o pecado do Deus irancudo pode ser visto no castigo impingido á serpente do èden e a Eva,além de se estender sua vingança desde os animais,destruindo-os por meio do dilúvio,a destruição de Sodoma e Gomorra é também outro ato da ira pecaminosa do Senhor que está sempre se vingando de suas criações!
O pecado da gula de Deus podemos observar na sede de sangue e carne que o faz obrigar seus temerários servos a praticarem mais e mais sacrificios sangrentos de animais inocentes,desde o carniceiro Abel,passando por Noé,Abraão,Moisés,que cumprem a vontade de pecar do Deus glutão.A propósito a Eucaristia também pode ser interpretada como uma espécie de canibalismo ou vampirismo ritualistico no qual o vinho é o sangue e o pão ou a hóstia a carne que são oferecidos aos comensais na Santa Ceia semelhantemente ao ritual tibetano do chod em que o adpeto se oferece como alimento aos dêmonios que ele mesmo convoca.Não seria então,esse tal ensinamento de Jesus uma reminiscência de primitivos ritos antropofágicos?
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